Grande parte da população mundial busca, através de cosméticos, cirurgias, massagens e/ou drenagem, dietas e muita malhação, o padrão atual beleza. Com isso, gastam “toneladas de dinheiro”.
Como o ex-cantor Michael Jackson, cuja pessoa gastou boa parte de seu dinheiro com cirurgias e tratamentos. Uma de suas maiores transformações foi a alteração da cor da pele (tom mais escuro para um mais claro).
No livro Os Delírios de Consumo de Becky Bloom (Confessions Of a Shopaholic, EUA, 2009), no qual ganhou um filme dirigido por P.J. Hogan (mesmo diretor de “O Casamento de meu Melhor Amigo” e uma das adaptações de “Peter Pan), a personagem Rebecca Bloomwood (Isla Fisher), ou Becky Bloom, é uma viciada em compras. Para ela comprar é uma forma de sentir que o mundo está melhor, mas após o tempo tudo começa a piorar e precisa comprar mais.
Os dois são exemplos dessa “espécie” consumista e hipnotizada. Muitos se baseiam nos atores de Hollywood ou em outros famosos. Mas o que as vezes esquecem é que essas pessoas mais populares também utilizam a tecnologia e conhecimento atual ao favor de suas belezas.
Muitas pessoas também se submetem a diversos atos arriscados a saúde, um bom exemplo são as maquinas de bronzeamento que causam câncer. A culpa de comer demais, também gera transtornos alimentares como bulimia e anorexia.
Uma beleza saudável é aquela cuja pessoa faz uma boa alimentação (bem balanceada) sem ser uma dieta, faz ginástica regularmente para ter uma saúde boa e ainda tem o bônus de um corpo mais “atrativo”.
sábado, 25 de julho de 2009
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A beleza aparente do corpo humano até o inicio do século passado, era relativa, dependia do povo e de sua cultura. Mas o avanço da tecnologia dos meios de comunicação e a consequente globalização fez com que conceitos que poderiam ser regionais tornarem-se mundiais. Assim, vê-se pessoas, não importa seu grau de riqueza e /ou mesmo de instrução, destruindo sua saúde e até sua beleza em busca daquele ideal globalizado.
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