Antigamente, quanto mais barriga tivesse uma mulher, mais bonita era ela. Houve outros tempos, mais especificamente nos anos 60, em que com o movimento hippie, o corpo da moda era o magro e sem seios grandes.
Os conceitos do que é belo sempre estão sendo alterados. Há uma influencia, de um grupo de pessoas ou somente de uma, que gera uma moda, um conceito do que é belo. Ou seja, existe em determinada época um conceito padrão do que é bonito.
Atualmente, os modelos padrões são as mulheres de Hollywood e modelos. No momento em que alguém diz “tal pessoa é muito bonita”, relacionamos com o conceito padrão atual.
As mulheres com esse desejo, ou prazer estético, de ser perfeita, se baseiam em um ícone (ou seja, uma pessoa) e seguem em busca da perfeição, através da ginástica, maquiagem, moda, cirurgias...
O ser humano acaba relacionando a beleza com as formas do corpo e a saúde da pessoa, como disse Andreana Buest, especialista em cinema e professora de moda.
Textos base:
Vieira, Alice; Landeira, José Luís. Caderno de Filosofia 2: Beleza pões mesa? Como a Filosofia vê a arte. 1ª edição. Rede Salesiana de Ensino.
Buest, Andreana Alba Nery de Mello. Figurino: uma linguagem que constrói belezas. Disponível em: http://www.utp.br/eletras/ea/eletras4/Figurino%20uma%20linguagem%20que%20constri%20belezas.htm
Acesso em: 11 jul. de 2009.
O conceito de beleza e moda são bastante relativos. Quando se passava fome o belo era ser gordo. Hoje com a abundância de alimentos o belo é ser magro. Pior ainda, o atual padrão de beleza das pessoas é o padrão cinemtográfico, que é bastante artificial. Quantas plásticas os artistas não fazem? As pessoas comuns querendo imitá-los muitas vezes põem sua vida em risco. Primeiro o próprio risco da cirurgia e depois a busca de um serviço mais barato sempre leva a um não especialista com possiveis consequencias desastrosas.
ResponderExcluir